sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Peguei meu irmão comendo minha mãe

Olá para todos… Antes de mais nada, gostaria de dizer que só estou escrevendo este relato porque apesar de ser algo que eu sei que deveria ser mantido em absoluto sigilo, me dá grande tesão em escrever e lembrar de tudo que vi. Por isso estou usando nomes fictícios, mas o conteúdo em si é o que realmente presenciei, embora seja inusitado e estranho pra qualquer pessoa normal. Bem, meu nome é Roberto, tenho atualmente 19 anos e moro com meus pais em Brasília; o que começo a contar passou-se quando eu tinha 16 anos e meu irmão Cássio, que é 5 anos mais velho que eu, ainda morava com a gente.


Ele sempre foi um cara muito rebelde… revoltado, sei lá…mas também esperto. Eu sabia que ele ficava e transava com várias meninas do bairro e da faculdade dele e isso, sinceramente, me deixava com uma baita inveja. Costumava brincar que “catava” qualquer mulher que quisesse. Eu, ao contrário, já era mais acanhado… não “chegava junto” nelas como ele, nem era xavequeiro; tão pouco tinha seus músculos pra ostentar a quem quer que fosse. Em suma, eu era mais caseiro, ele, até pela idade, mais baladeiro. Eu preferia ficar em casa com meus pais, pois tinha um lar harmonioso e calmo. Meu pai já era vendedor de uma multinacional naquela época, período este em que passou a fazer muitas viagens para outros estados e nos deixar em ocasiões curtas mas constantes… Minha mãe chama- se Vera, hoje com 46, outrora com 43…Não vou mentir em dizer que ela é um espetáculo de mulher que coloca qualquer menina de 20 no bolso. Mamãe tem realmente a idade que aparenta ter mas possui um detalhe importante em seu corpo: tem um traseiro no mínimo chamativo…é bem redondinho…cheinho…perfeito…Normalmente mulher que tem rabo grande é muito safada – é o que todo mundo diz – mas mamãe sempre me pareceu extremamente recatada e direita. Acho que ela sabia que este seu atributo chamava muito a atenção dos homens e por isso evitava de sair à rua expondo–o…sempre usava uma blusa mais cumprida de modo a tapá-lo – por sinal até hoje é assim. Naquela época, coincidentemente ou não, eu lembro que meu irmão não estava namorando ou ficando com nenhuma vadia do nosso bairro. Isso me deixava alegre… “será que sansão tinha perdido o poder do seu cabelo?” pensava eu com instinto de competição. Cheguei a caçoar dele algumas vezes por isso mas um certo dia ele me disse que não estava mais afim de “menininhas”, que estava evoluindo, que agora iria ao ataque de um outro estágio de mulher e etc…Suas palavras que me pareceram desculpas pouco convincentes só iriam me fazer sentido alguns dias depois. Eu comecei a prestar um pouco mais de atenção no Cassio para tentar descobrir o que tava acontecendo…poderia ser gonorréia ou quem sabe uma “depressão pós-fora”. Pra minha estranheza, passei a perceber uma atenção exagerada dele com minha mãe; sentava do lado dela no sofá para assistir TV, bem como junto à mesa, nas refeições e o que era mais esquisito: eu notava que ele não parava de olhar pra ela, principalmente pra bunda. Certo dia, eu tive que entrar no quarto do meu irmão para procurar algo meu que lhe tinha emprestado (não lembro o que era) , vasculhei em vão cada canto da estante e do guarda roupa e, quando eu iniciei a busca em sua cama, percebi que entre o travesseiro e a parede do quarto havia uma pequena veste intima de cor bege, em lycra e com rendas: era uma calcinha, e como já a tinha visto na varanda de casa ou no varal, logo constatei : era de mamãe. Na hora não fiquei pensando como aquilo fora parar ali, nem a utilidade que teria para meu irmão a calcinha da nossa mãe. Peguei- a e a devolvi ao cesto de roupas da varanda. Por ingenuidade minha, eu apenas achava tudo aquilo estranho mas não ligava as coisas…Até cheguei a esquecer este episódio da calcinha e deve ter passado uns dois meses…foi quando aquilo que realmente quero contar aconteceu. Naquele dia meu pai estava em uma de suas viagens a serviço e pernoitaria acho que em Goiânia para voltar no dia seguinte…Era uma sexta feira a noite e, como eu sempre tive grande amizade com meu primo que morava em Ceilândia e como costumava passar ao menos um final de semana por mês na residencia de minha tia, também não estava em casa. Meu primo tinha uma casa muito bonita e repleta de coisas legais pra fazer mas naquele dia eu tinha pegado uma gripe forte, e tava com um pouco de dor de cabeça… pensei que: “se fosse pra perder o final de semana, seria melhor perder em casa…”por isso logo decidi pegar o ônibus e voltar pra Brasília. Ao chegar em casa, eu percebi de cara que algo estava meio estranho: tava tudo apagado, TV desligada, cozinha deserta…havia só uma luz acesa e era do quarto da minha mãe; quando fiz menção de acender a lâmpada da nossa sala eu tive um arrepio na coluna justamente ao ouvir gemidos oriundos do interior do recinto dela. Contive-me na hora e não acendi. A porta daquele quarto estava totalmente aberta e os gemidos continuavam. Fiquei curioso mas também com certo receio de chegar ali de supetão, sei lá..; mas logo tive uma brilhante idéia e de antemão coloquei-a em prática: sai do interior da minha casa, contornei-a rapidamente e cheguei na janela do quarto de mamãe. Possuía frestas largas e, como estava bem escuro lá fora, não tinha como me verem espiar o que estava a acontecer lá dentro. Quando coloquei meus olhos em um dos vãos horizontais daquela janela, eu não pude acreditar no que via: Meu irmão estava sentado na cama…; mamãe estava sentada em seu colo, de frente pra ele e sem camiseta…; O Cássio estava mamando pra valer nos peitos dela, apertando-os com ambas as mãos e sugando os mamilos. Minha primeira reação foi de querer entrar lá dentro com tudo e socar a cara daquele desgraçado maldito do meu irmão, mas não tive coragem. Era inacreditável e inadmissível aquilo que presenciava. Ele tinha conseguido persuadir ate a pessoa que mais eu amava que era minha mãe. Minha segunda reação foi de querer sair dali correndo e buscar um lugar pra chorar de raiva e desabafar, mas parece que minha curiosidade era maior. Acalmei-me e passei a observar melhor. Pareceu –me que, pela intimidade dos dois,que já não se tratava da primeira noite. Logo ele a deitou de cócoras na cama e passou a retirar a calça e a tanga que mamãe usava, enquanto não parava de repetir: “que rabo!…que rabo!…que rabo!”. Parecia um bobo. A minha visão era de frente pra bunda dela; não vou mentir e dizer que não tinha sequer uma celulite e que era maior e mais bonito que a da mulher melancia, mas garanto que, até hoje, nunca vi ao vivo um traseiro igual e acho nem mesmo meu irmão. Ele tava alucinado e eu não acreditei quando ele caiu de boca no rego da nossa mãe. Não dava pra ver direito mas acho que ele tava com a língua lá dentro do cu dela…beijava , lambia, sugava, enquanto acariciava a bunda toda. O pior para mim era constatar que mamãe tava adorando; ela não parava de gemer e as vezes dizia ofegante e com voz tremula: “ assim Cássio, isso…assim”. Acreditei menos ainda quando ela pediu: “Vem querido! Vem! Não agüento mais!”. Daí meu irmão colocou os pés na cama, tirando sua bermuda, sacou seu pinto pra fora e foi introduzindo na buceta dela até entrar tudo. Segurou os peitos da mamãe com as duas mãos e começou a meter nela que tava de quatro. Nessa hora eu pensei no meu pai. Será que ele não estava satisfazendo mais ela na cama? Será q ele estava dando mais valor ao serviço do que a família”. Porque outro motivo ela tivesse que se entregar assim e logo para o safado e pilantra do meu irmão? Ele, por sinal, não parecia estar nem ai pro meu pai. Metia cada vez mais rápido e mais forte, embalado pelos gemidos da minha mãe.. Meu posicionamento era privilegiado naquela hora e dava pra ver nitidamente seu pau saindo quase todo para , na seqüência, entrar de novo com tudo na buceta dela, ao passo que dizia: “bunda gostosa” ..e xingava: “porra!”….”caralho!”. Ficaram uns cinco minutos assim. Eu não tinha notado mas percebi que tava com meu pinto muito duro; não queria admitir mas eu tava gostando de ver tudo aquilo, ver meu irmão comer minha mãe. Sei que é loucura, mas as vezes não conseguimos controlar nossos impulsos de desejo e confesso que meu tesão naquela hora era enorme. Tanto que coloquei meu pau pra fora e comecei a me masturbar vendo eles foderem. O Cássio só queria saber da bunda dela: colocou-a de bruços, deitou em cima e mandou ver, enquanto fungava no pescoço de mamãe. Eu lembro que uma hora ele falou: “ai mãe, eu quero meter pra sempre nesse rabo… eu sempre quis esse rabo…”e essas coisas. E isso me deixava ainda mais excitado. Eu ficava vendo ele bombar no traseiro dela com tudo, as vezes tão rápido e forte que dava pra escutar o barulho da cabeça do pau batendo no fundo da buceta da minha mãe que, é claro, gemia bem alto. Até que chegou uma hora que ela pediu bem assim: “goza querido, não to agüentando mais segurar…”Quando lembro dessas palavras eu fico excitado até hoje. Meu irmão , então, tirou o pinto pra fora e esguichou gozo em toda bunda dela, espalhando aquela porra com as mãos e gritando. Sei que muitos aqui vão me recriminar mas naquele momento eu queria estar na pele dele e desejei minha mãe como nunca. Se meu irmão poderia manter relações sexuais com ela, eu teria o mesmo direito que ele. Já estava ali admitindo a possibilidade de também vir a transar regularmente com minha mãe. Ela na certa haveria de gostar mais de mim do que dele porque seria bem mais carinhoso que aquele estúpido do Cássio. Pensando em tudo isso e vendo eles gozarem, eu também estava quase ejaculando, entretanto eu não lembro que imprudência eu cometi, se gemi alto demais sem querer ou se acabei esbarrando na janela…só sei que meu irmão percebeu que alguém estava ali fora a observá-los. Logo saiu correndo, pelado mesmo, empurrando portas e saindo da nossa casa. Eu só tive tempo de me recompor e ir para o terraço da entrada onde topei de cara com meu irmão. Ele estava furioso. Logo começou a me empurrar dizendo: “era você na janela né”…”era você desgraçado”, e coisa e tals. É lógico que eu não fiquei na defensiva; dei um empurrão nele e disse: “era eu sim e daí”. Depois disso o Cássio começou a me ameaçar e a falar como tipo: “Se contar pra alguém, você tá fudido”. E eu esbracejei na cara dele: “Não vou falar mas também vou participar…não é só você que tem o direito de comer a bunda da mamãe”. Até hoje eu tenho vergonha de escrever isso que falei. Até porque minha mãe tinha chegado naquela hora no terraço e havia escutado tudo. Ela tava super sem graça e quase chorando. Meu irmão queria me bater, mas ela não deixou e por fim me disse: “Roberto, eu não sei o que você viu , mas eu juro que isso nunca mais vai se repetir”. Bem, passados três anos, eu acho que ela acabou cumprindo a promessa dela. Meu irmão acabou se mudando pouco tempo depois do ocorrido e meu relacionamento com ele nunca mais foi o mesmo…literalmente viramos a cara um para o outro. Minha mãe nunca tocou no assunto comigo e de quebra acabou tomando cuidados ainda maiores com as roupas que usa em casa. Mesmo assim, sempre que olho pra bunda dela eu lembro na hora e dá uma vontade louca. As vezes bato uma bela duma punheta imaginando que estou comendo ela, mas é claro que eu não teria coragem de propor nada, tão pouco tentar seduzi-la como meu irmão fez. No fundo eu acho que eu não seria capaz de transar com ela pois eu a respeito muito. Meus desejos ficam portanto apenas na fantasia e nessas doces lembranças que compartilhei com vocês. Um abraço.

fantasia gay

Sou casado, tenho 30 anos e gosto muito de mulheres.
Certa vez li um relato gay e fiquei muito excitado, mas naturalmente rejeitei a ideia de me envolver com outro homem.
Como aquilo não saiu da minha cabeça, resolvi comprar um pênsis artificial de 15×4. A partir daquele dia percebi que não poderia mais viver sem aquilo.
Comprei outro de 22×5 e logo me vi devorando um de 22×6.

Com o passar do tempo comecei a querer algo real, com alguém real e foi o que fiz. Postei uma anúncio procurando alguém para satisfazer minhas fantasias. não demorou muito para obter resposta mas até que tive um relacionamento real foram mais de 6 meses com trocas de e-mail e telefonemas sem resultados.
Até o dia em que conheci Gilberto. Um moreno alto muito bem apresentável que me convidou para ir à Florianópolis para conversarmos.
Bom… Gilberto e eu tínhamos as mesmas fantasias e acabei me deliciando com seu cacete de 18cm.
Depois de uma nova trepada com Gilberto relatei a ele que gostaria muito de trepar com 2 e ele conhecia uma pessoa que era adepta do género. É aí que minha história começa.
Como sou músico fica fácil de achar espaço na minha agenda.
Fui Convidado por Gilberto a ir a seu apartamento conhecer o amigo. Gilberto me recebeu em seu apartamento e me apresentou Kauan. Um negro alto muito educado e muito agradável.
Sentamos no sofá da sala e partimos para uma boa conversa, bebendo e falando de muitas coisas. perto das 23:00 partimos para o que eu pretendia. Pedi licença e fui ao banheiro para refazer minha higiene com uma boa ducha para evitar qualquer desagrado.
Quando voltei encontrei Gilberto nu de pau duro e kauan só de box. Um volume gigantesco se apresentava por dentro. Fiquei olhando extasiado.
Kauan colocou o pau para fora e pediu se eu gostaria de engolir seu cacete. No mesmo instante comecei a tirar a minha roupa e já nu sentei no sofá enquanto os dois se posicionavam à minha frente com os paus latejando apontando para cima.
comecei a suga-los com muita vontade enquanto a saliva escorria pela minha boca e descia pela minha garganta.
Depois de uma boa mamada naqueles dois cacetes enormes fomos até o quarto de Gilberto que possui uma cama enorme.
Gilberto se deitou e mandou que eu chupasse seu pau.
Fiquei de quatro enquanto chupava o pau de Gilberto, Kauan se posicionaou atrás de mim e começou a pincelar seu chouriço na minha bunda.
Eu tremia de tanto tesão.

Como eu já estava preparado pela ducha, pedi para ele empurrar tudo de uma vez mas ele não atendeu meu pedido. Começou a empurrar devagar aumentando a velocidade aos poucos.
Socava com movimentos lentos e longos o que me fazia babar no pau de Gilberto.
Kauan me dava tapas com força e Gilberto em dado momento não aguentou mais e gozou na minha boca.
Não demorou a se recompor assistindo kauan me arrombar. Ofereci-me então para Gilberto.
Coloquei-me em posição de frango assado e enquanto Gilberto me fodia eu engolia o pau de kauan que não demorou a gozar e encher literalmente minha boca de porra. Nunca vi tanto esperma sair de uma pessoa só.
Fui fodido na cama, no sofá, na mesa, em pé, de todo jeito.
O cacete de Kauan logo se reergueu e pedi para os dois me foderem ao mesmo tempo. Eu sonhava com isso. Seria minha fantasia sexual gay realizada!
Kauan se deitou para que eu sentasse sobre ele.
Senti aquela serpente escorregando cm à cm dentro de mim. Enquanto eu subia e descia sincronizado com os movimentos de quadril dele subindo e descendo fui vendo Gilberto lambuzar seu pau com gel e se posicionando por trás de mim.
Senti ele se apoiando como se fosse cavalgar. Como os dois cacetes são muito grandes foi um pouco difícil a penetração mas como tenho muita experiência logo tudo foi se encaixando e logo estávamos em um ritmo alucinante. um sincronismo que parecia que transávamos a muito tempo.
Os dois trocaram de posição até o ponto de não aguentarem mais. Tiraram as camisinhas e lavaram-me com muita porra.
Caímos desfalecidos na cama. Acordei tempo depois com Gilberto empurrando sua tora enquanto eu ficava de bruços. kauan nem se mexia e acordou somente no domingo de manhã.
Trepamos o domingo inteiro e posso dizer que fiquei totalmente satisfeito e realizado. E quando podemos nos encontramos para uma nova festa.

marcelinha

Olá, meu nome é Bruno e tenho 28 anos sou um jovem muito feliz e realizado, nasci em uma família muito unida e estruturada, minha família é uma família muito amada e respeitada em nossa cidade Ribeirão Preta, cidade localizada no interior do estado de São Paulo.
Sou filho único papai e mamãe são dois grandes advogados e temos o melhor e maior escritório de advogados de nossa cidade, terminei meu curso de Direito na Unimep já fazem quatro anos e também trabalho com eles em nosso escritório, sou o xodó da família meus avós são uns amores comigo e desde pequeno me mimam muito, sou um rapaz muito esforçado não paro de estudar um instante e tenho certeza que em breve vou realizar o maior sonho de nossa família que é fazer com que eu chegue a prefeitura de nossa cidade, tenho certeza que conseguiremos.
Pratico desportos desde pequeno, amo futebol, ténis e musculação tenho um corpo atlético muito bem cuidado, tenho 1,80 de altura, 80 Kg, cabelos e olhos castanhos e um tórax muito bem definido.
Sempre me dei muito bem com as mulheres, desde pequeno sempre vivi rodeado de menininhas, e como não podia ser diferente muitas meninas de nossa cidade morreriam para ficar comigo muitas delas realmente me atraem e às vezes até me envolvo com algumas delas, já pensei até em casar com uma menina linda com quem eu me envolvi há algum tempo atrás ela tinha a mesma idade que eu e era muito linda como todas as outras e isso iria me ajudar muito com relação a nosso projecto de prefeitura, mas elas não me atraem, na realidade eu amo as ninfetinhas aquelas citadas no celebre livro Lolita de Vladimir Nabokov…
Verdadeiras diabinhas de 9 a 15 anos que já nascem com o espírito ninfomaníaco em si, duas a cada dez menininhas nascem com esse espírito estonteante em si são como se já nascessem com a luxuria e a força da sedução feminina em si e vivem em busca de um ninfomaníaco como eu para torturar com seu olhar ninfitico, no fundo elas sabem que muito além de suas lindas florzinhas nos queremos a pureza das peles sedosas e a virilidade da idade tenra.

Há alguns anos eu percebi essa minha tara, pois minhas amigas iam crescendo e eu já não sentia o mesmo tesão por elas sempre olhava as menininhas da geração posterior, lembro que eu tinha 20 anos quando decidi sair com uma menina da mesma idade que eu, tudo foi perfeito, mas quando eu vi o que mais me interessava à desilusão foi enorme havia pelos em cima de tudo em cima da vulva e percorria até o monte de Venus, sempre amei bucetinhas rosadinhas e lisinhas, diante desse quadro aceitei minha realidade, mas não vesti a carapuça desses pedófilos nojentos que ficam a madrugada inteira na frente do PC em busca de uma ninfetinha e fica com o pau duro só de imaginar uma menininha de 12 aninhos do outro lado da MSN.
Eu fui à luta aprendi tudo sobre elas e me tornei um especialista em tudo isso Nx Zero, Fresno, Restart, Replace, Jonas Brothers, Justin Bieber entre outros, na realidade as ninfetinhas não amam copias de adolescentes, mas sim homens donos de si que conhecem e entendem o mundo delas e disposto a idolatradas e leva-las ao êxtase de todas as maneiras possíveis enfim eu me tornei um especialista em conquista-las, ama-las e come-las e já tenho varias histórias em meu currículo e espero começar a contar e registar minhas histórias aqui no “Contos Eróticos Fantasias” e espero que vocês gostem.
Desde já quero deixar avisado para os hipócritas que ficam de pau duro só de ver a bundinha de uma gatinha de 13 anos ou se masturbam vendo as amiguinhas da filha adolescente ou às vezes até a própria filha que nem leiam meus contos e muito menos o comentem, vão dar uma de demagogos em outro lugar, já para aqueles que querem ler um óptimo conto erotico vão amar as diversas histórias que já tenho, e para começar vou lhes narrar a historia de Marcelinha um anjinho endiabrado de 12 aninhos que apareceu em meu caminho há dois anos.
Em uma manhã muito linda eu estava trabalhando em nosso escritório quando entrou em nosso escritório uma senhora muito simples atrás de informações sobre um possível processo trabalhista que ela gostaria de abrir contra uma ex-patroa eu prontamente atendi à senhora, mas confesso que nem prestei muita atenção na senhora eu fiquei muito encantado com a menininha que lhe acompanhava e possivelmente era sua filha uma moreninha linda de 1,55 de altura, pele cor de mel cabelo negros e lisos até o bumbum que já era muito bem definido e redondinho ela tinha seios lindos em formação, mas perfeitos os biquinhos se sobressaiam por cima da camisetinha da escola ela parecia um índia em miniatura e com certeza deveria ter uns 12 aninhos, pois estava vestida com a roupinha de uma escola pública que fica aqui no centro da cidade e seus cabelos molhados e a pele sedosa indicava que havia tomado banho há pouco tempo e com certeza iria entrar na escola no período da tarde junto com as outras ninfetinhas, confesso que ver aquele anjinho e sentir aquele cheirinho de creme de cabelo acredito que Seda me deixo com o pau duro na hora fiquei muito excitado e já imaginei como deveria ser a bucetinha daquela moreninha linda de 12 aninhos.
Disfarcei e dei todas as informações que aquela senhora queria, mas não parava de observar aquele anjinho e seu peitinhos ela percebeu e começou a fazer charme com os cabelos, e quando foi embora junto com sua mãe me desferiu um olhar ninfomaníaco disfarçadamente antes de sair da sala, eu sabia que havia encontrada uma verdadeira Lolita e, além disso, era muito linda e tesudinha, não aguentei e fui bater uma punheta no banheiro aquela menininha de 12 anos realmente era um tesão.
Nos dois dias que se passaram eu não consegui tirar aquela pequena deusa do meu pensamento e como sempre faço decidi ir à luta, eu tenho uma Astra 2004 prata muito lindo, eu o comprei para ser uma ótima ferramenta de auxilio na conquista de ninfetinhas, pois independente da idade todas as mulheres amam um carro bonito e potente isso sempre ajuda e com as ninfetinhas meu Astra estava me ajudando muito, enfim peguei meu carro às 17h30min e foi para frente da escola que aquela moreninha estudava esperando o horário da saída não demoro muito e eu a avistei junto de outras menininhas lindas estavam todas muito felizes e alegres e gritavam pra caramba estavam até descabeladas, mas eu não parava de observá-las inclusive a minha pequena deusa que descobri chamar-se Marcelinha através de um grito sonora de outra ninfetinha, eu a via parada no tempo seus cabelos mexiam em câmera lenta e seus lábios eram perfeitos muito bem torneados eu restava realmente encantado e naquele dia e nos próximos dois que se passaram eu somente a observei e com certeza bati muita punheta.
No quarto dia eu decidi que deveria ir à luta para não ficar só na punheta, eu sempre confiei muito em mim e não seria diferente com aquela ninfetinha que havia me deixado muito encantado, a acompanhei de dentro do meu carro enquanto o grupo de amigos se desfazia e quando ela estava só ao caminho de sua casa eu parei o carro do seu lado e a ofereci uma carona, de inicio ela relutou mas eu me identifiquei e ela me reconheceu e nos fizemos um trajecto curto de 5 minutinhos mas para mim foi incrível ela me disse seu nome que realmente era Marcela e se mostro uma menininha muito desinibida, simpática, eloqüente e nem um pouco introspectiva com uma voz linda e uma óptima dicção nem parecia ter somente 12 aninhos não fosse o tamanho e os peitinhos ainda em formação, nos despedimos e disse a ela que ela era muito linda e que eu realmente tinha ficado muito encantado com seus lábios que eram lindos ela ficou muito feliz mas como uma verdadeira dama não arreganhou e somente me agradeceu e me deu um beijo no rosto e saiu do meu carro.
A partir daquele dia passei a dar carona para Marcelinha todos os dias desde o portão da escola até sua casa o trajecto demorava 15 minutos, mas agente fazia muita bagunça e quando percebemos já estávamos realmente muito amigos, suas amiguinhas faziam até piadinhas quando me viam na frente da escola todos os dias, estava tudo muito legal, mas eu já não me aguentava mais de tesão de ver aquela pequena escultura e quando já tínhamos uma semana de “amizade” decidi arriscar quando ia deixar Marcelinha na esquina de sua casa passei a mão em seus lindos cabelos negros lhe dei um lindo beijo molhado que foi muito bem retribuído e como aquela ninfetinha de 12 aninhos sabia beijar bem, acredito que aquela diabinha já nasceu sabendo beijar e a minha língua se enroscou com a dela e eu amei estar de alguma forma possuindo um pouco daquela menininha de 12 aninhos que estava sedenta por conhecer os segredos da vida, e como eu estava com vontade de ensinar.
Nossos encontros começaram a ficarem maiores e muito além das saidinhas da escola já estávamos como verdadeiros namorados, já fazia um mês que estávamos juntos e eu sabia que tinha que começar a forçar o caminho para desvirginar aquela bucetinha morena e rosada, um dia aproveitamos que não iria ter quase ninguém na casa dela para darmos uma voltinha em uma cidade aqui do lado de Ribeirão Preto para bebermos uma Coca Cola, em nossos amassos era constante minha mão no de sua calças de moletom às vezes até sentia o formato de seus lábios vaginais ainda virgens e tinha certeza que ela amava, pois ela chegava a morder os lábios que como já disse eram perfeitos, mas naquela tarde noite Marcelinha me surpreendeu e apareceu com uma sainha de prega uma blusinha rosa linda e uma sapatilha linda parecida com aquelas de bailarina, sabia que aquele era o sinal para ir um pouco mais além.
Durante todo caminho eu elogiei muito Marcelinha e ela se mostrou muito feliz com meus elogios, passei as mãos em suas perninhas e ela deixou, quando estávamos próximos de chegar a nosso destino parei meu carro em um local bem seguro e comecei a elogiar muito Marcelinha disse tudo que sentia e o quanto ela me deixava com tesão falei sobre seus lábios, sua bundinha seus peitinhos e a cor da sua pele, ela estava muito feliz e começamos a nos beijar calorosamente e eu parti para seu pescosinho e comecei a chupar e lamber muito Marcelinha estava com muito tesão e deixou-me avançar até seus peitinhos a blusinha teen rosa que ela usava não foi obstáculo para a volúpia que envolvia aquele momento e eu como um animal faminto suguei aqueles dois lindos peitinhos pontudinhos e que ainda estavam em formação, Marcelinha estava com muito tesão e já não tinha mais controle sobre a situação, como todo bom admirador de ninfetinhas eu também admiro os pezinhos destas pequenas cinderelas e cai direto no assoalho do meu carro em busca dos pezinhos da minha pequena deusa e ao tirar as pequenas sapatinhas que surpresa Marcelinha realmente era uma deusa e como uma dama tinha seus pezinhos muito bem cuidados com todas as unhas muito bem feitas com base incolor, como um tarado cai naqueles pezinhos e lambi a solinha e chupei cada um dos seus dedinhos fiquei nesse ritual por uns cinco minutos e depois de me deliciar com aqueles pezinhos de pré-adolescente eu fui subindo gradualmente pelas perninhas de Marcelinha e ela foi abrindo as suas pernas e em poucos instantes eu já estava com a cabeça no meio de suas pernas e como um animal arranquei sua calcinha de seda branca literalmente com os dentes e me deparei com uma obra de arte da natureza a bucetinha daquela menininha de 12 aninhos era moreninha, mas ao mesmo tempo era rosadinha e tinha poucos pelos e como um louco cai de boca era a primeira vez que Marcelinha tinha a sensação da boca de um homem em sua bucetinha e ela amou como uma cadelinha uivou enquanto eu tentava sugar aquela bucetinha em busca de seu puro mel queria sentir o gosto daquela menininha, Marcelinha sentiu tanto tesão que subia de costas no banco de meu carro, já estava a um bom tempo com a boca naquela buceta quando senti uma contração na minha boca ouvi um ruivo de Marcelinha e senti o gosto de Marcelinha era maravilhoso aquela era a primeira vez que Marcelinha gozava na boca de um cara e eu era o felizardo seu gosto era maravilhoso diguino de um produto novo e de ótima qualidade, foi um dos maiores orgasmos que eu já vi uma “mulher” ter, Marcelinha desfaleceu de prazer no banco do meu carro e eu com o pau latejando e com as bolas do saco doendo de tanto tesão tirei meu pau para fora e bati uma bela punheta na sua frente, ela até se assuntou com a quantidade de porra que saiu do meu pau.
Passaram-se mais algumas semanas e eu acabei tirando o cabacinho de Marcelinha e depois de mais algumas fodas eu a dispensei para ir atrás de outra ninfetinha, pois a fila anda, mas eu sempre me lembro da Marcelinha e daquela incrível bucetinha que desvirginei em todos os sentidos, tenho certeza que ela também não se esquece de mim, ela nunca vai esquecer.

minha esposa sonia

Minha esposa, muito gostosinha, gordinha e baixinha, bunda grande, seios perfeitos, clarinha, coxas roliças, uma bocona sensual.
Tínhamos uma vida sexual pra dar inveja a qualquer casal, no entanto eu sempre tive vontade, tara mesmo, de ver minha esposa sendo arregaçada por outro homem e fui aos poucos! Pedia para ela chamar-me com nomes de outros homens e foi aí que percebi que ela começou a ter orgasmos mais intensos e querer foder cada vez mais, Passamos a usar um lindo consolo, com dupla penetração e a fazia chamar o outro pelo nome de amigos nossos. Eu a tratava como uma princesa, Levava nos melhores cabeleireiros, massagistas, personal- training.


Comprava sempre as roupas mais sexy, curtas, transparentes, bons perfumes, jóias, etc. Sempre passeava nos bares e festinhas, mostrava aos amigos, aos clientes da fábrica, etc. Aos poucos ela foi aceitando a idéia, apesar do medo. Quando então a levei para a praia, num biquíni micro, sua bunda toda à mostra, sua xana depilada quase pula pra fora, um mini bustiê de renda e curtininha. Parou a praia! Não a deixei usar a canga e a fiz ir pela rua até o barzinho assim mesmo. FOI UM DELIRIO TOTAL! Ela já tinha tomado o vinho que tanto gosta, PARA TER CORAGEM!
A Convidei para irmos ao motel, saímos quase correndo. No caminho , mesmo dirigindo tirei com a mão direita o seu sutiã, deixando seus peitos à mostra. Ela ria muito! Depois, no motel o recepcionista levou um susto e eu também! Sem eu perceber, ela tinha tirado a parte de baixo. Quando entramos no apto, ela era outra mulher! Telefonei para a portaria e encomendei tudo que queria. Em minutos chegaram as bebidas e o garoto de programa que eu havia escolhido um dia antes pela sua grande altura, porte físico e pau bem grande. Ela se assustou. Com carinho, passei a chupar seu grelo. Ela grita, geme etc. O rapaz a agarra por traz e começa a passar a mão nos peitos e a chupar seu pescoço. Saí de perto e fui fotografar tudo. Ela enfiou a pica do rapaz na garganta e ele mordia seu grelo. Quando já estava bem na hora, ele a colocou de quatro e enfiou-lhe até o saco! Ela só pedia mais e mais. Ele deitou na cama de costas e ela iniciou uma cavalgada maluca. Pulou muito e gozou como eu nunca tinha visto antes. Quando ele foi gozar ela tirou a xana fora e chupou ate o gozo total estar na sua boca. Engoliu tudo, coisa que nunca fez comigo. Dormiu uns minutos e voltou à LUTA. Depois de uns minutos o cara já estava duro de novo! Ela passou gel lubrificante no rabo e sentou naquilo. Gritava de dor, mas queria mais e mais, ficou arrombada.Sacanagem pois nunca me deixou meter no cu dela. Ele foi embora e ela me deixou fazer a faxina geral com a minha língua. A partir desta data. Não foi mais necessário usar garoto de programa, era só sair oferecendo. Sempre que o COMEDOR do dia quisesse, eu a levava até ele. Ajudava a servir o vinho, tirava a roupa dela e ficava do lado só assistindo. Ajudava a passar o lubrificante no rabinho e ajudava o COMEDOR, abrindo os buracos. Abria bem as pernas dela, ate ao máximo e ficava segurando para o COMEDOR enfiar tudo. Às vezes eram duas por dia, às vezes com dois ao mesmo tempo. Eu ali, quieto, só olhando e cuidando dela. Hoje ela já viaja com os mais conhecidos, uns sempre levam ela nas pescarias no Araguaia por uma semana ou mais, onde ela se entrega nestes dias para 4 ou 5 homens e eu fico no trabalho cuidando da casa e dos filhos. Nesta ultima os ´´PESCADORES´´no ultimo dia deram ela de presente aos dois barqueiros que moram por lá e não vem mulher por 12 meses ou mais, ela conta que os ´peões´´ ficaram malucos e passaram o dia encima dela, com cada um gozando 4 ou mais vezes durante as 24 hs. bebeu tanta porra que ate se engasgou e tiveram que esperar na troca de avião em Brasilia por 12 hs ate ela se restabelecer no hotel por estar toda arrombada que não dava pra sentar. Chegou em casa muito feliz, alegre e faz o nosso casamento cada dia melhor.

para para

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flagra no quintal

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delicia

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Meu irmão me comeu gostoso

Ola me chamo CLARA (nome fictício) hoje tenho 23 anos, sempre fui muito tarada por sexo desde nova sentiaa tesão, meu irmão é mais velho que eu, hoje ele tem 26 anos, na época eu tinha 19 aninhos e meu irmão sempre foi bonitão estilo fortão, eu sempre gostei de andar de roupas curtas dentro de casa, eu axo que sou gostosa porque onde eu passo faço os homens se virar pra olhar, tenho um bunda redondinha seios fartos enfim... sempre percebi que meu irmão me olhava diferente ele sempre teve uma cara de tarado , ele sempre me comeu com olhos eu no auge dos meus 19 anos comecei a sair com minhas amigas meus pais estavam viajando nesse fim de semana e não tinha o habito de beber mas aproveitei e bebi nesse dia um pouco alem , eu cheguei em casa um pouco embriagada, e meu irmão q me recebeu, pois não tinha levado a chave. Não estava nem agüentando andar de tão ruim rsrs Eu tava tarada de vontadee fuder chego em casa meu irmão de samba canção) ele me abraçou e me ajudou a subir as escadas pra não cair, foi quando sem querer ele pegou nos meus seios de uma forma que senti ate a alma latejar de tanto tesão, ele me levou ate meu quarto sentei na minha cama perguntei se ele podia me ajudar no banho, ele riu e disse que sim, eu mal agüentava tirar minha roupa, ele tirou minha roupa percebi que quando ele tirou minha blusa ficou louco so senti um volume encostar em mim ele me ajudou no banho passou as mãos no meus seios percebi quee ele tava louco foi quando tirei a calcinha e falei: - lava ele pra mim mano ele sem nem conseguir pensar passou a mão na minha buceta fikei louca ele meteu o dedo gostoso dentro dela e eu gemia de tesão gozei gostoso, ele entrou em baixo do xuveiro comigo, ele me fez delirar quando começou a me chupar os seios de uma forma bruta e carinhosa, que me fez sentir o seu pau latejar de prazer, quando eu pequei seu cacete foi um susto, amei o tamanho do brinquedinho de prazer, eu logo fui colocando na boca pra senti o seu gosto e dali me deliciei como nunca, eu chupava como uma bezerra aquele leite maravilhoso e o sentiu pulsar na minha boca do seu cacete lindo e ele pegava minha cabeça e me fazia engolir akele cacetão ele gozou minha cara toda. Me lavou pegou e me enrolou com a toalha e disse que era melhor parar por ali eu, so que eu keria maiss, muito mais ....

Depois do banho senti que tava menos embriagada , mas tava louca de tesão, coloqueii um shortinho branco curtinho quase que transparente e uma blusinha transparente com akeles bicos do peito apontando. Ele tava na sala vendo filme eu sentei perto dele vi que ele me olhou de tarado de novo mas tentava se controlar ao contario de mim foii quando ele percebeu o que eu queria maiis.



Deitei no colo dele e percebi que ele já tava de cacete duro de novo. Olhei na cara dele e disse quero fuder com vc hoje a noite toda sentrir esse cacete entrar na minha buceta molhadinha ele ficou louco saiu me puxando ate o quarto dos nossos pais ligou o ar me colocou em cima da cama tirou minha pouca roupa tiroua adele passou o pau no meu rabo, brincou um pouquinho na porta do meu cuzinho, abri ainda mais a perna para facilitar, ele esfregou aquele cabeçorra ali e depois passou para meu grelinho e finalmente me masturbou com a cabeça de seu pau, roçou-a em seguida na entradinha da bucetinha, mas não enfiou, ficou ali enquanto eu gemia de prazer, meu corpo já estava em chamas, acariciou meus peitos, foi romântico, de leve, mas não enfiou a pica, afastei tentando faze-la entrar, mas a cabeça era muito e lambeu o meu rabo, passou a língua na xaninha, no cuzinho e foi subindo até meus seios, deliiiiciiaaa deu uma mordiscada e me beijou, fui ao delírio, peguei o pau dele e o masturbei, pedi pra ele meter ma ,minhaa bucetaa ele abriu minhas pernas e enfio a cabeçaa e começou a mexer e depois começou a bombear devagarzinho, aumentando gradualmente a velocidade, enquanto ele bombeava, eu dedilhava meu grelinho... gozei e gozei várias vezes e não parava mais de gozar, e ele me fodendo gostoso, cada vez mais rápido, meu cuzinho já estava relaxado, acostumado com aquela pica imensa enchendo todo ele, e as bombeadas eram cada vez mais profundas e meu gozo cada vez melhor, logo ele disse que ia gozar, me puxou contra seu corpo de maneira que a pica enterrou todinha, senti os bagos castigarem minha xana, ele me segurou firme e gozou, senti sua pica latejando, pulsando e expulsando aquela porra dentro do meu cuzinho. Assim que ele gozou. Olhei pra ele mais sensual do que nunca e disse queo mais... e ele e me comeu de novo, desta vez fiquei de ladinho e ele não botou toda sua pica, somente a metade, mas era o suficiente para eu gozar. Gozamos desta vez e naquele dia sentimos como se fôssemos marido e mulher. ele continuou comendo sempre. Ate hoje dou pra ele depois conto mais, tenho quee limpar minha bucetaa que ta toda meladinha já....

Minha filha e eu

Outro dia, estava eu em minha pequena fazenda que adquiri nas proximidades de Macaé a espera Fernanda, de my baby, que após minha separação ficou vivendo no Rio de Janeiro comigo. Ela viria passar alguns dias comigo na fazenda; no entanto demorava bastante e já estava preocupado porque, como não poderia buscá-la ao aeroporto, ela viria de táxi e não conseguia compactá-la no celular. O vôo estava marcado para as 17:20 e já chegavam as 18:00 e nada ainda. Perto das 20:00 aproximou-se um carro e quando o avistei ao cume do monte era um táxi e só assim senti o alivio, ao aproximar vi que havia mais que uma pessoa no banco de trás o que me fez pensar até que seria a mãe dela (o que de princípio veio à idéia, era praticamente impossível de acontecer! Como nosso relacionamento acabou a mal, Fernanda se mudou para o Rio, comigo. A mãe só a via esporadicamente no dia do aniversário da menina, mas nunca ficava mais que dois dias juntos). Fernanda estava fazendo Veterinária na UFRRJ no 2° ano. Quando o carro chegou ela saiu disparada, deu um pulo no meu pescoço acompanhado de um grande beijo no rosto. Dei um abraço forte nela e simplesmente manifestei a minha preocupação e ela imediatamente levou a mão à cabeça e disse:

- porra pai, esqueci de ligar o celular quando cheguei e quis passar na casa da vovó antes de vir pra cá. só então ela sobressaltou: - pai trouxe uma Carla minha, a Carla. A casa é imensa e acho que ela pode ficar conosco. Eu simplesmente disse que era bobagem e que a casa era bastante para 3 pessoas. olhei rapidamente para a Carla que tinha aparentemente 1 ou 2 anos a mais de minha filha e cumprimentei-a com dois beijinhos dando as boas vindas e vi que também já era uma mulher formada, com peitinhos e bundinha empinadas, coxas grossa, e todas as tendências da adolescência de hoje (Fiquei encantado pela Carla). Tal e qual a minha Fernanda.

entramos, elas foram para o quarto que estava arrumado a espera e eu fiquei na sala terminando de ver o jornal da noite e lembrei-me de dizer que iríamos jantar em Macaé e fui em direção ao quarto, quando me aproximei notei que falavam muito e que estavam sorrindo o tempo todo, como todo o ser humano a minha velha perícia de Advogado falou mais alto e consegui ouvir algumas das frases que diziam: - menina, você não tinha me contado que ele tinha os cabelos grisalhos, seu pai é lindo! e minha filha sobressaltou: - eu não te disse que ele era um gato, aqueles cabelos grisalhos deixam qualquer uma babada, e o corpaço dele?.

Para os meus 44 anos estou bem conservado, tenho boa aparência e sou bastante viril.Sou Advogado. Morei na Espanha, na Embaixada do Brasil por oito anos e consegui erguer um pequeno patrimônio, o qual me ilibou do trabalho e hoje só faço o que quero e quando quero! A única preocupação que acumulo é se vai chover ou não para eu poder tomar um sol no final da tarde a beira do lago (lago artificial) e dar umas braçadas valentes na água enquanto espaireço. Cheguei ao quarto e bati na porta: - meninas, tomem um banho e aprontem-se porque vamos jantar na praia! Elas só responderam positivamente e rumaram as duas para o banheiro. Trajei-me o mais simples possível e rumamos para a cidade, fomos a um Restaurante muito conhecido na beira da praia e comemos Lagosta e bebemos uma garrafa de vinho branco. Perguntei se queriam sair e a Carla da minha filha simplesmente disse que podíamos dar uma volta na cidade só para ela conhecer Macaé a noite, porque estava muito curiosa pelas várias vezes que a minha filha já havia falado. Fomos circulando pelo anel viário, fomos até Búzios, onde pretendo comprar uma casa na marina. Vi que já se aproximava da meia noite. Perguntei se queriam dar um pulo no bar da praia para beber um choop antes de irmos para casa descansar, concordaram e lá fomos nós. Bebi 2, eu e a Carla, minha filha tomou três. entramos no carro e minha filha pediu para ir atrás porque a bebida não tinha caído bem. a amiguinha veio para o banco da frente e parecia elétrica, com não demonstrava sinal de que a bebida a afetasse tanto. Comecei a conversar para que o sono não me batesse também porque a fazenda ainda fica a 42 km de Macaé. lá chegando a minha filha estava dormindo, perguntei se ela se sentia bem e ela disse que estava tudo rodando (não é acostumada a beber), peguei-a ao colo e levei-a até o quarto, preparei um remedio caseiro e fui pra sala. lá chegando me sentei como de costume e então notei que a Carla estava do lado de fora da casa deitada na rede. Fui até lá e meti conversa:

- a viagem é muita chata do Rio pra cá né. Pegaram muita turbulência? Você não tem sono?

E ela:

- até que não, não tenho mesmo sono nenhum, estava vendo o quanto isso é bonito e com este calor, a lua brilha muito e dá pra ver tudo né? Adorei seus cães, são lindos! (tínhamos três dobermann e 2 rotweiler)

Sem malícia nenhuma e como era meu costume enquanto sozinho, perguntei se ela não queria tomar um banho de piscina e ela perguntou se não poderia ser no lago. Eu indaguei que poderia ser perigoso por causa dos pequenos insetos noturnos que circulavam por ali. Ela foi pra dentro e se trocou, trouxe um biquíni preto bem pequenininho e fomos tomar banho. começamos a falar e tocamos no assunto minha filha e ela começou a dizer coisas do tipo que ela sentia muito a minha falta e que sempre estava falando sobre mim e que se vangloriava por ter um pai bonito e ressaltou que quem não queria ter um homem maduro e seguro por perto. E eu entrei no meio.

- ela é meiga e muito amorosa, só por isso diz estas coisas mais também te achei igual a ela.

A menina mais que depressa me retrucou. ? mas você é mesmo um homem lindo!

Eu fiquei vermelho, é claro, mas sem manifestar-me de maneira diferente.

Começou a cair a madrugada e eu comecei a sentir frio e sai da água, ela me acompanhou e viu que havia esquecido a toalha. Eu fui lá dentro e apanhei duas toalhas grandes. Passei pelo quarto e Fernanda dormia profundamente. Voltei à piscina e a Carla estava lá toda encolhidinha perto da piscina.

- tá frio agora né? Já começa a cair o sereno da madrugada! Disse-lhe.

- nossa agora esfriou mesmo. Ela completou.

Continuei:

- vá vestir qualquer coisa e venha para a cozinha que tem uma lareira a lenha e você poderá se aquecer lá. Ela foi e voltou com uma camiseta branca e notei que havia tirado a parte de cima do biquíni.

Eu estava escorado ao lado do sofá e ela chegou e se sentou sem ver que tinha algo no sofá, uma bolsa grande dela mesmo! Deu um grito abafado pela dor e eu fiquei super preocupado, ela meio que com vergonha não quis mostrar ao princípio, mas eu insisti e pedi perdão por não a ter alertado, disse-lhe que se deitasse no sofá que buscaria uma pomada.

Quando voltei, ela estava deitada de bruços e passava a mão sobre onde machucou e que já começava a ficar vermelho; mesmo na dobrinha da coxa com a bunda. Cheguei e lhe estiquei o pote da pomada para dor e ela:

- seria pedir muito para você passar? Não consigo ver?

naquele instante me deu um certo receio, uma gata de 19 aninhos, toda gostosinha me pedindo para passar creme na bunda dela (meu ponto fraco). Não há ninguém que consiga resistir à pelo menos imaginar dar uma volta naquilo.

Tentei ser o mais natural possível, abri o pote e peguei com dois dedos uma boa quantidade de creme e conforme encostei nem sua pele, ela reclamou que doía muito. Mas eu ignorei e continuei a massagear para surtir o devido efeito. A pele dela ainda estava arrepiada e eu não contive o tesão. Meu pau começou a endurecer e eu ali de short, conforme levantasse a barraca estaria armada mesmo! Virei-me rapidamente e segui para o banheiro para guardar a pomada. Não notei na hora, mas ela veio atrás e conforme coloquei o pote no armário e me virei ela estava parada na porta e ficou meio que olhando sem graça e eu mais ainda e ela: - obrigada pelo remédio e pelo carinho, vou me deitar, boa noite! Veio em ponta de pés e me deu um beijo no rosto quase em cima da boca. Ai o meu pau saiu do short. Não consegui desviar o olhar do peitinho dela que estava ouriçado com o frio (ou até mesmo com tesão por tê-la massageado aquela zona do corpo) e só consegui dizer boa noite.

Fui pro quarto e bati uma bela punheta assistindo um filme pornô e pensando naquela ninfeta que me tinha despertado o tesão depois de muito tempo encarcerado em meu próprio mundo. Dormi e no dia seguinte acordei com um beijinho da Fernanda.

- dorminhoco, acorda, tomou banho ontem com minha Carla e nem me chamou né?

E eu indaguei prontamente com um certo tom de autoridade:

- que brincadeira é essa? Não tomei banho com ninguém, fomos à piscina, só isso.

Ela notou que eu tinha entendido mal, mas também ficou com um pé de desconfiança:

- credo eu não disse que vocês fizeram nada, só disse que tomaram banho e eu não disse que foi em outro lugar porque ela me disse que foi na piscina!

mas pelo pouco que minha filha convive comigo (fica mais na universidade) sabe que adoro acordar assim, estou sempre bem humorado pela manhã com minha gatinha.

Dei uma bela esticada na cama e ela puxou a minha colcha, eu estava de pijama e pra piorar, de pau duro! Não me preocupei mas notei que minha filha ficou olhando o volume que se formava ali naquela região que necessitava de despejar o xixi naquela hora da manhã. Estiquei-me mais um pouco e com os olhos cerrados pude ver que ela fixou mesmo os olhos no volume que se fazia ali. Pra quebrar aquele momento, dei um pulo da cama e gritei:

- então o que nos vamos fazer hoje para encher o dia?(Você nem notou na minha caminhonete Nissan nova...) Ela rapidamente: é Linda... Pai,

prefiro ficar aqui na fazenda, de preferência na piscina, nós três. Quero pegar uma corzinha, tomar banho, ficarmos deitados, depois sei que você vai assar carne, bebermos uma cervejinha gelada e aproveitar a sua companhia paizinho.

Depois de escovar os dentes e me aprontar. Fomos ao mercado fazer algumas compras e voltamos pra casa. fui pra dentro preparar as coisas enquanto minha filha e a Carla foram para a beira da piscina. Entrei pra preparar o almoço e quando fui lá fora, me espantei com o que vi, as duas em topless com os olhinhos fechados e biquínis minúsculos e as duas com a parte de baixo do biquíni branco, o que realçava ainda mais a cor que trabalhavam para os corpos maravilhosos e esguios delas. a ereção foi inevitável, voltei pra dentro e comecei a gritar por ela, para que se recompusesse, no entanto a minha filha entra pela porta a dentro com os peitinhos ao léu e eu tive que me impor:

- e então Fernanda? Como é que você entra aqui desta forma? E ela retrucou.

- ah pai, deixa de ser bobo, você é o meu pai e aqui não tem mais ninguém. Tem algum problema em você ver os meus seios?

eu bem que quis responder, ?não, só a inevitável ereção que se forma no meu short que por sorte está tapada pela longa camiseta que uso.

ela me pediu que preparasse alguma coisa para elas beberem e eu sugeri uma caipirinha. ela disse que era uma boa mas se fosse bem fraquinha porque ainda se sentia mal do estômago pela bebida da noite passada.

então perguntei se ela já tinha bebido Champagne. respondeu-me que não e eu disse que chegou a hora de provar.

aprendi a preparar uma bebida de champagne com Melancia no sul de Portugal que é uma delícia e apesar de muito fraquinha, bate logo.

arranjei um jarro grande, cortei a melancia em cubinhos e a bebida bem gelada e fui em direção a piscina, quando lá cheguei a Carla estava na piscina e minha filha ainda estava deitada com os peitinhos a queimar, cheios de óleo, deixando aquilo mesmo a degustar com os olhos. eu olhei para a apaixonante Carla que nadava e perguntei se queria que eu me virasse para que ela saísse, uma vez que também estava com os peitinhos a mostra. Ela disse que se eu não me importasse ela também não! só encolhi os ombros e ela saiu, tinha o peito um pouco maior que o da minha filha (lindo) e as aureolas com bicos pontudos. os peitinhos de minha filha eram pequenos como a ponta do limão e os biquinhos num tom rosa bem clarinhos. os da Carla já estavam mais rosados e mais bicudos. Não poderia negar q estava apaixonado pela Carla... Procurei me sentar logo. servi a bebida e começamos a falar, me deitei na espreguiçadeira e coloquei os óculos para tomar sol e as duas foram pra água. ouvi que estavam cochichando, abri os olhos por trás das lentes escuras e vi que elas estavam olhando para mim e minha filha dava tapas na Carla e sorria com ar espantado. minha filha perguntou se já havia algo para comer e eu disse que a carne estava temperada mas que ainda não havia colocado para grelhar e perguntei se já estavam com fome. a Carla gritou logo que sim e a Fernanda acompanhou-a. Fui até a cozinha e vi que as duas saíram da água logo a seguir, segui para a cozinha e minha filha passou direto para o quarto. A Carla veio em minha direção, chegou por trás enquanto estava na pia salgando a Picanha e se se encostou a mim perguntando se queria ajuda (nossa, que tesão). Senti aqueles peitinhos durinhos pelo frio da água encostar-se a minhas costas e fiquei logo de pau duro, olhei-a de lado, ela com um olhar muito sacana e doce, como quem quer tudo e mais um pouco e eu disse: - vou precisar de ajuda para o acompanhamento, só preparei a carne até agora, conforme me virei para me direcionar ao grelhado que estava do lado de fora da cozinha, ela ficou a minha frente parada e eu olhei dentro dos olhos dela e via seus olhos brilharem. A estatura dela não era muito mais baixa que a minha, coisa de cinco a dez cm e ela abaixou a cabeça e foi subindo, como quem tira as medidas ao corpo, e quando voltou a olhar nos meus olhos, se pendurou no meu pescoço e me deu um beijo. Não correspondi muito porque fiquei aterrorizado com a situação, mas gostei. Ela como percebeu que fiquei meio gélido, ela não me soltou, senti sua boca doce, ela se virou de costas e viu a Fernanda. eu fiquei pasmo ao ver o quão atrevida era aquela diabinha que estava enfiada dentro de minha casa e logo comecei a imaginar o que poderia acontecer, uma vez que ficariam em minha casa todas as férias e aquele era apenas o segundo dia?

elas voltaram após a ducha, Fernanda cochichava com ela, não dava pra escutar. Bem, eu já tinha tudo praticamente pronto (picanha, salada, molho gaúcho, bananinha frita e outras coisinhas), a Carla sempre me olhava nos olhos, entrou de cabeça alta e se sentou a mesa, enquanto a Fernanda veio e me deu um beijo no rosto e perguntou se sairíamos à noite. Eu disse que poderíamos uma vez que estava por conta delas. Almoçamos e ficamos assistindo filmes a tarde toda, no começo da noite, fomos ao lago dar umas braçadas e a noite caiu mansa e com muito calor! Fomos a uma boate na Rua das Pedras, em Búzios e ficamos lá até as tantas. Como há muito que não saía, quis tirar a desforra, bebi três copos grandes de cerveja e um Campari fiquei meio aluado. Saímos da boate as 04:00 porque era longe de Búzios para casa, elas estavam eufóricas e completamente altas com a bebida (só beberam ice vodka), acho que beberam umas 10 garrafas as duas, mas dançaram muito. Ligaram o som da camionete aos altos berros e eu só sorria das duas dançando dentro do carro e pulando nos bancos e sorriam por tudo e nada ao mesmo tempo. chegando em casa a minha filha disse que iria tomar um banho antes de dormir porque não queria passar mal de novo. Fui ao bar servir ice Gim e perguntei a Carla se queria beber alguma coisa comigo, ela veio em direção ao bar e ficou olhando pra as bebidas como quem procurava alguma que quisesse. E quando olhei pra ela, estava dando aquela mordidinha sacana nos lábios e sussurrou: - quero o que você está bebendo! Peguei uma ice Vodka e quando peguei na garrafa ela disse: - não quero Vodka, quero o que você está bebendo! Olhei pra ela e perdi a linha, voltei ao bar e beijei aquela menina-mulher deliciosa que estava se oferecendo a mim, envolvi-a num abraço forte e ergui-a do chão dando um longo e molhado beijo nela, quando separei a minha boca da dela, ela começou a beijar o meu pescoço e a correr os braços pelo meu corpo todo e aquilo me deixou maluco. Quando ela enfiou a língua na minha orelha disse baixinho: Te amo... Fiquei maluco. Atirei-a sobre o sofá, ela usava uma blusinha de alças e eu simplesmente abaixei a blusa e caí de boca naqueles peitinhos lindos. Ela gemeu baixinhos quase que chorando de tesão, eu toquei o interior das pernas delas que só estavam cobertas por um sainha de jeans. Passei a mão bem forte naquelas coxas bronzeadas e bem torneadas e ela deu um urro. Estava muito quente e então fui subindo a mão em direção a bucetinha dela, quando encostei, ela agarrou-se forte em mim, pegou a minha mão e apertou anunciando um gozo e se tem algo que me deixa louco é ver uma mulher gozar! Enquanto ela desfalecia no sofá, fui desapertando a minha calça e ela se recompôs e me viu com a calça aberta e procurou logo o meu pau, enfiou a mão por baixo da minha cueca e botou meu pau para fora. Ficou olhando pra ele bem duro e perto daquela mão pequenina, ela não imaginava ter aquele tamanho todo. Ela acariciou-o várias vezes e se agarrou em mim, arrastei a calcinha dela de lado, ela berrou, tira amor, tirei e assim encostei o meu pau naquela bucetinha toda melada, ela levantou o corpo oferecendo aqueles peitinhos a minha boca e foi lentamente deslizando e deixando o pau entrar, ela estava muito molhada q fui escorregando. E ao mesmo tempo ia tocando seu cu com a ponta do dedo. Quando se encostou mesmo embaixo, ela me beijou e começou a subir e descer. Aquilo era maravilhoso, uma menininha de 20 aninhos com tanto tesão que sentou no pinto com maestria e desejo! Beijei, mordi e lambi aquele corpo e quando anunciei que iria gozar, ela sentou forte e rebolou muito sobre o meu pau. Gozei como um doido e fiquei maluco com aquele rebolado. Deixei-me encostar no sofá e fiquei apreciando a textura daquela mulher, ela se levantou e foi em direção ao banheiro, me puxou e fui também, só então me lembrei que minha filha também estava em casa. Mesmo assim no banheiro, parecia q eu era um menino, louco de amor! Saímos do banho e fomos lentamente em direção ao quarto para ver se já estava dormindo, a porta estava entreaberta e a luz ligada, pensei logo que não tinha visto nada e que ainda estaria trocando de roupa para se deitar. Quando olhei pela greta da porta ela estava deitada de costas com as pernas curvadas e com os olhos fechados. Ainda estava meio atordoado com a bebida e com o êxtase da foda que acabava de ter. Apercebi-me que ela se movimentava, tinha os olhos fechados e cerrava os dentes nos lábios e de vez em quando o lençol que a cobria deixava os seus peitinhos a mostra. eu não acreditei que estava presenciando a minha filha se masturbando. Fiquei fudido, mas ao mesmo tempo estupefato com a imagem, era simplesmente lindo. Ela começou a se contorcer e a movimentar mais o corpo. Esticou as pernas, deixando os peitinhos todos a mostra com os bicos ouriçados e se virou para o lado da parede. O lençol acompanhou o corpo e deixou a bundinha dela a mostra e consegui ver que ela tinha os dedinhos cravados na buceta, mas daí veio o que me chocou, no meio dos gemidos do êxtase do orgasmo ouvi nitidamente a frase: - ai paizinho! Fiquei louco com aquilo. Não poderia estar acontecendo comigo. A idéia do incesto era uma coisa inimaginável e nunca aceitável pelos meus princípios. Conclui logo que ela teria presenciado o meu amor com a Carla na sala e só assim estaria dizendo aquelas palavras. Ela então se virou de bruços e empinou um pouco a bunda e dava para ver os seus dedinhos enterrados naquela buceta com poucos pelinhos, ficava empinando e baixando os quadris como se estivesse fudendo os dedos. a Carla veio por trás e abriu a porta sem saber o que acontecia, minha filha deu um pulo e se virou, ficamos os três com os olhos arregalados e a Carla estava olhando fixamente para o volume que nas minha calças. minha filha olhou pra mim espantada e perguntou o que eu tinha visto. Eu disse que não tinha visto muito mas que tinha ouvido o bastante para achar muito estranho uma vez que dito pela minha própria filha. a Carla ficou olhando consecutivamente para os dois sem ação porque não fazia idéia do que ela havia dito ou do que eu tinha ouvido mas minha filha se levantou e veio em minha direção completamente nua me tacou um beijo na boca e eu fiquei parado, em choque pelo tabu da relação incestuosa e pelo choque de permitir que aquilo acontecesse tão naturalmente sem conseguir ter ação nenhuma. Ela parou o beijo, me olhou e voltou a me beijar de novo um linguado q fazia o meu pau pulsar. Parou novamente: - quero que você me dê o mesmo que deu a ela, apontando para a Carla que naquele momento sorriu e se sentou na cama dando continuidade ao assunto. ? se você me viu também quero te ver. Eu estava ali entre duas mulheres, uma delas Fernanda, assistindo-nos, fantasiou comigo coisas que nunca havia pensado. minha filha voltou a me beijar e então talvez pelo efeito do álcool e do tesão deixei que tudo rolasse, dei-lhe um beijo enfiando-lhe a língua como o de dois namorados extasiados de prazer, senti a Carla se aproximar, ficou por trás e começou a me abraçar por trás, fui andando em direção a cama e deitei a Fernanda que nesse momento ficou com os olhos fechados, não sei se para não ver o pecado que cometia ou para não querer desistir naquela altura. Carla me beijava a nuca e gemia, deixando o meu pau empinado no ar! Olhei para o corpo magnífico da Fernanda com as marquinhas do bronzeado da tarde e me lembrei da imagem dela se masturbando e então me coloquei entre as suas pernas para absorver aquele sulco que ainda estava escorrendo pelas coxas. Que cheiro, que sabor, Fernanda a minha mercê e eu simplesmente não estava nem aí para o que a sociedade diz sobre isso, até então, para dar asas ao prazer que por toda a minha vida não havia se manifestado tão intensamente como naquele dia, pela proibição, pelo pecado, pelos princípios, sei lá mas, aquilo estava gostoso demais e eu completamente disposto a aproveitar o máximo. Comecei a chupar lentamente em volta da buceta da Fernanda, ela gemia muito e tinha a respiração acelerada, a Carla ficou sentada na cama enquanto retirava a roupa só apreciando aquilo tudo. Passei a língua naquela bucetinha com pelinhos ainda lisinhos pela pouca idade e separei-lhe os lábios vaginais com a língua. Fernanda soltou berrava alto e gostoso Carla me falava: seja gentil com ela! Neste momento, comecei a chupá-la freneticamente com a intenção de proporcionar-lhe o máximo de prazer, a Carla me punhetava e se masturbava ao mesmo tempo. Eu não podia estar vivendo aquilo. uma filha maravilhosamente linda e um amor como a Carla, gostosa e tudo aquilo era meu, pelo menos naquela noite. minha filha ritmou as ancas com o movimento da minha língua e sussurrava: - ai paizinho, tá muito gostoso, tá muito bom, continua gostoso, continua? e eu vibrando com aquela reação, ela anunciou outro gozo e eu quis senti-lo, subi acelerado com a língua por todo o seu corpo, parei nos peitinhos, chupei forte e fui beijá-la na boca. Enquanto isso, meu pau ficou entre as pernas dela. A Carla veio, segurou no meu pau: - enfia o pau nela. Falou por entre gemidos. só nessa hora que minha filha abriu os olhos, me beijou demovo e pediu: - enfia paizinho. Segurei o meu pau e comecei a penetração. minha filha parecia sair de si, mexia muito e só gritava: - que gostoso paizinho, eu to gozando, que gostoso te sentir assim. para minha surpresa, minha filha não era virgem, posteriormente é que me disse que se masturbava com bananas e pepinos para justificar o cabacinho perdido?Nem estava ligando pra isso naquela hora, se tinha dado ou não! Quando chegou mais ou menos na metade da penetração ela abriu um pouco as pernas e empurrou meu corpo direcionando o seu olhar para baixo, queria ver meu pau entrar e a Carla deitou ao nosso lado. Eu também olhei para baixo e era uma imagem linda, aquele corpinho esguio, suado de tanto prazer, sendo consumido pelo mesmo homem que a concebeu. A Carla nos olhava com fome e se masturbava com um ritmo muito forte. apoiei-me no braço direito e beijei-a e para o meu espanto a minha filha veio ao encontro do nosso beijo e começou a introduzir a língua no meio das nossas bocas coladas. Como todo o homem, eu sonhava ter duas mulheres na cama só pra mim e estava consumando esta fantasia com minha própria filha, de 19anos e a Carla com 20. Seus os corpinhos perfeitos. Sou o homem mais sortudo do mundo.

Para concluir a minha excitação, me afastei das duas que continuaram começaram a cochichar e davam beijos com uma felicidade muito grande, via prazer nos olhos das duas, mais na Carla via Paixão! não podia ser mais humano que qualquer outro ser, dei uma forte respirada anunciando que iria gozar e nesta hora elas pararam de se beijar e minha filha me empurrou tirando o meu pau de dentro e começou a me punhetar, então parei, virei a Carla de bruços e comecei a beijar se cu cheirosinho, passava a língua até o ponto que me levantei e coloquei a cabeça do meu pau naquele cuzinho, ela dizia: ta doendo amor, coloca mais e eu não queria enfiar tudo na primeira vez, ela mexia a bunda, Fernanda mordia de leve, até q a Fernanda gritou, tira e goza em nós duas estava dentro daquele cuzinho estocando a cabeça e mais um tanto muito rápido e forte, tirei e comecei a gozar nas duas com tanta intensidade que os primeiros jatos vieram a altura do rosto dela, atingindo os seus cabelos Carla pegou meu pau e ela começou a punhetar o meu pau, eu não parava de esguichar porra de tanto tesão, lavei o corpo da minha menina com um banho de porra que nunca tinha visto igual. abri os olhos e a Carla estava passando a mão por cima da porra que estava sobre todo o seu abdômen e colo e lambendo. Deixei-me cair no meio das duas e não pude conter a frase: - o que foi que eu fiz? a minha filha me deu um selinho nos lábios e completou: - a coisa mais gostosa que poderia ter feito comigo e com a Carla. Sonho com isso há muito e sempre me masturbei pensando nisso. nunca pensei que fosse realmente se consumar mas quando fui lá em baixo e te vi comendo a Carla não agüentei e corri pra cima pensando em como seria bom estar no lugar dela! Eu não acreditava no que ouvia, porém gostava de o ouvir. Deitei-me e as duas deitaram no meu peito e assim nos deixamos adormecer. Acordei logo cedinho e fui me lavar, me compus e tentei perceber o que haveria acontecido, mas interiorizei que a merda já tinha acontecido, eu tinha tirado proveito e com certeza pelas palavras e a reação evidente das duas meninas tinha também proporcionado um bom momento as duas. Mas se tratava de Fernanda! fui para a varanda e fiquei lá com um copo de café lembrando de tudo o que tinha acontecido e como reagiria para enfrentar minha filha com autoridade, do pai que era, depois de fazer tudo o que tinha feito com ela! Sonhando, vi ela sair pela porta. Quando a vi, me subiu um calafrio pela espinha acima e não consegui lhe encarar, ela veio e me deu um beijinho no rosto: _ dormiu bem paizinho! E eu tentei manter a naturalidade: - maravilhosamente e você? ? eu nunca me senti tão bem na minha vida. sou uma mulher realizada e tenho o homem e pai perfeito! Eu tentei entrar no assunto do quanto errado era o que estávamos fazendo. Ela me interrompeu dizendo que sabia muito bem o que estava fazendo e que eu iria trazer a Carla pra conhecer o futuro marido dela, com essa condição. Não achei errado desde que ninguém soubesse, mas me surpreendi com ?minha futura mulher?. E que não quero te magoar, deixá-la maluca, com ciúmes dessa gostosa situação. Virou-se pra mim e perguntou diretamente: - você gostou? ? eu respondi ávido que sim! ? vamos fazer denovo? Eu baixei a minha cabeça com a intenção de responder não, mas ela se posicionou a minha frente e soltou a fita do roupão de noite que trazia, estava nua e veio logo se encaixando por cima de mim. Chegou junto ao meu ouvido e sussurrou: - ontem você comeu a Carla sozinha, foi nosso trato e depois me comeu com ela presente, foi nosso trato também ser só sua sozinha! Nisto levou a mão em cima do meu pau que já latejava de tesão, tirou-o para fora e ajeitou-o na porta de sua bucetinha que já estava melada. Grudei naquelas anquinhas bem formadas e puxei ela pra baixo e ela novamente só fechou os olhos e deixou o pau entrar. Comecei a comê-la, levantando e baixando lentamente, sentindo a textura daquela fêmea que até agora era uma desconhecida, só lhe tinha como meu bebê. Ela se levantou e me pegou pela mão e disse vem comigo, e pulou pra dentro da piscina. fui logo atrás, quando cheguei perto dela, ela se enganchou na minha cintura e meteu o meu pinto pra dentro denovo, soltou o corpo para trás e eu ficava fazendo o movimento de vai e vem e ela como se nada tivesse acontecendo, só abriu os braços e ficava movimentando-os por sobre a água, eu estava me apaixonando pela minha própria filha com aquele jogo de sedução que ela, intencionalmente ou não, estava me envolvendo. Vez ou outra eu a puxava para mim e a beijava com muito desejo. Estava num movimento ritmado e constante, mas me agüentava por muito mais, ela então se desprende de mim e vai para a parte mais rasa da piscina a qual tem uma escada, conforme chegamos num dos degraus mais largos e rasos, se põem de quatro, olha pra trás e diz mesmo com o ar mais safado do mundo: - quero sentir ele bater lá no fundo e empina a bunda pra cima encostando os peitos na água. Naquele instante quem caiu de quatro fui eu, cheguei por trás e lambi toda a extensão da sua rachinha e do seu cu, lambendo forte para enfiar a língua pra dentro dela e ela se contorcia toda. Encostei a ponta do meu pau, fui enfiando devagar, quando me coloquei todo dentro dela ela consertou a envergadura do corpo e começou a jogar o quadril contra o meu, fiquei louco e comecei a dar estocadas fortes, ela gemia: ta doendo, mas não para, tá muito gostoso. eu com minha condições humanas novamente no limite me deixei gozar mas desta vez tudo dentro dela, cada jato que saia eu estocava mais e ela olhava de lado com a cara mais safada que um pai pode notar em sua própria filha. Ela tirou o meu pau, sentou na piscina e eu fiquei em pé, ela segurou o meu pinto e começou um punheta leve e olhava fixamente para ele. eu só imaginava o que estaria a minha filha imaginando com aquela cena. Quando menos esperava enfiou meu pau quase todo na boca e começou a chupá-lo. Para os meus 44 anos não era de se esperar menos, o meu pau ficou duro denovo e ela chupava com muito gosto, porém notava-se que não tinha experiência em chupar pau. Neste instante sai a Carla de dentro de casa e pergunta como podíamos deixá-la dormir tanto e perder a seus amores! minha filha olhou e disse: vem, o seu noivo tem um picolé e acho que dá pra duas. Carla veio e eu não podia crer na naturalidade das duas, a Carla estava com um camisetão solto e me pareceu não ter nada por baixo! Chegou e antes de se sentar me deu um beijo e disse bom dia! Eu só sorri. ela se sentou e perguntou a minha Carla que gosto tem? a minha filha tirou o pinto da boca e disse é bom, você vai chupar muito ainda! e voltou a engolir o meu pinto e a Carla perguntou denovo ? mas tem gosto de quê?, minha filha tirou o pau da boca e tacho um beijão na boca da Carla, tirou a língua pra fora e disse chupa! A Carla ficou chupando a língua dela enquanto ela me segurava o cacete pelo pé! Gostou? Perguntou a Fernanda. E ela: - deixa-me provar o original. Veio e colocou a cabeça do meu pau na boca. Que coisa mais linda ver aquelas duas meninas a olharem para o meu pinto enquanto descobriam o sexo oral. Ora uma, ora outra me chupavam, e eu ali me perguntando o porque merecia tanto? Fernanda propôs irmos para dentro e fomos os três, minha filha foi andando a frente e a Carla pulou em meu colo e começou a lamber minha orelha, pescoço e as vezes e me beijava, entramos e minha filha estava deitada no tapete da copa e disse: - vem aqui!, eu soltei a Carla e minha filha voltou a falar: - você não papai, ela, agora você vai ver como nos costumamos brincar. Eu me sentei na cadeira que estava de frente e a Carla foi toda sorridente e deitou-se sobre a Fernanda. as duas se beijaram e se abraçaram e aquela deve ser a cena mais linda que um homem pode ver a frente, dois corpos lindo se tocarem e se beijarem e logo após um linguado de fazer inveja elas se soltaram e ficaram sentadas frente a frente, entrelaçaram as pernas e colaram os sexos e ficaram com os corpos bem próximos, as vezes se beijavam e chegavam tão perto que encostavam os biquinhos dos peitos durinhos enquanto se roçavam e se estimulavam, minha filha fazia questão de me olhar com a carinha mais lerda do mundo e perguntava: - você gosta papai? Muitas foram às vezes que gozamos juntas e eu sempre pensava em você. Aquilo deixa qualquer homem maluco e eu comecei a me masturbar assistindo aquela cena. minha filha me ordenou que não gozasse. E eu simplesmente abanei a cabeça positivamente. elas se contorciam e se tocavam, a Carla da minha filha deitou-se e ela encaixou bem as perninhas para que as bucetinhas se tocassem melhor e começou a dançar sobre o corpo da outra que gritava: - gostosa, gostosa, me faz gozar, me come gostosa. E eu nem me masturbava porque senão o gozo seria inevitável. - vem papai, coloca o pinto na boca dela, disse e Fernanda. Eu me ajoelhei perto da cabeça dela que se pôs apoiada no cotovelo e começou a mamar desenfreadamente no meu pau que já latejava de tesão. minha filha começou a falar repetidamente: - goza na boca dela que ela vai engolir tudo mas tira o pau que eu quero ver a porra sair. Aquela frase foi como um botão start que aciona o gozo automaticamente. tirei o pinto da boca dela anunciando que iria gozar e a Carla se deitou e a minha filha veio correndo para perto e comecei novamente a cascata de porra que esguichava no rosto e no peito das duas que começaram a se beijar e se acariciar com o gosto e a textura da minha porra. Este foi só o terceiro dia de férias inteiras pra Fernanda e anos com as minhas duas meninas. Quem quiser trocar experiências ou relatar fatos ou mesmo discutir este tabu que é imposto pela sociedade. Casei com a Carla, Falamos muito sobre o que houve naqueles dias, sem minha culpa mas, hoje já encaro de forma melhor e todas as vezes que eu e a Carla encontramos com a Fernanda periodicamente e temos longas jornadas de prazer ?sem culpas? na fazenda. Nos amamos muito os três e nada alterou entre nós, só a forma de carinho que se tornou especial e mais íntimo.

Eu minha mulher e o vizinho

Tudo começou com uma dor de cabeça. Era por volta das 15 horas, mas a dor de cabeça insistia. Resolvi ir para casa, pois assim relaxaria mais facilmente e quem sabe o analgésico fizesse efeito. Joana, minha esposa é um mulher linda, que cuida do corpo, malhando e da pele. A considero uma mulher que todo homem deseja, contudo não é super isso, super aquilo, uma mulher normal. Uma coisa chama a atenção nela, seus peitos. Estes realmente são muito bonitos. De médios a grande, arrebitados (tipo proa de navio) e apontam no sentido que nunca se encontram, ou seja, apontam levemente para fora e não na mesma direção. Uma as coisas que mais gosto é fazer a espanhola e gozar na cara dela, vendo o leitinho descer por entre seus peitos... Na cama é uma verdadeira cachorra. Safada, adora dar o cuzinho, pois todas as vezes que trepamos, primeiramente ele quer dar o cuzinho, depois vem a xaninha...de incisão perfeita e sempre com poucos pelos. Como estava contando. Certo dia cheguei em casa bem mais cedo (moramos no oitavo andar de um edifício de duas torres), por causa da dor de cabeça. Entrei de leve, pois qualquer barulho me incomodava muito. Ao entrar em casa vi roupas espalhadas pela sala. Me dirigi ao nosso quarto e escutei uns gemidos que conheci, serem dela. E como sei que ela é muito puta, imaginei que estaria batendo uma gostosa punheta. Aquilo me deixou em estado de puro tesão. Cheguei devagar no quarto e vi aquela cena maravilhosa... Joana com uma roupinha de trepar (minúscula) deitada na cama com uma das pernas dobradas e a outra deitada, a calcinha puxado para o lado, com os peitos bem duros e batendo uma deliciosa punheta, com a ajuda de um de seus brinquedos...O maior deles. A dor de cabeça passou na hora, assim voltei lentamente tomei um banho no outro banheiro e retornei e na porta do quarto bati levemente. Assim que ela olhou e me viu com a pica dura, meteu ainda mais fundo da buceta o vibrador, se virando e oferecendo a bunda, e me chamando, vem seu puto, come meu cuzinho... aproveita que estou tarada e doida para levar pica... e foi o que ela teve, muita pica... No entanto, quando estava com a cabaça da pica na portinha daquela bunda percebo a janela toda aberta, mas não me preocupei, pois o que mais queria era comer minha mulher.... Esse dia fudemos muito e no final da noite, depois de fudermos gostoso eu a perguntei, porque que ela estava se masturbando com a janela toda aberta. Na verdade eu esperava a reposta, pois sei que tem um cara que nos observa há muito tempo. Joana me falou que sempre o vê na janela a espiando. Mas, hoje Joana não agüentou e passou o dia molhadinha só de imaginar aquela macho a observando. Pela manhã, após o banho ela foi colocar a toalha e o percebeu. Ela então começou a provocá-lo. Ficou passeando pela casa com roupas íntimas, bem pequenas e abriu as janelas para que ele visse tudo que se passava em casa. E assim foi o dia inteiro de provocação, até que o cara não agüentou e começou a provocá-la também e começou a olhar mais insistentemente da janela e ficou sem camisa, ela então foi a tirou o sutiã, mas bem lentamente, mostrando aos poucos aqueles peitos maravilhosos... Aquilo foi aumentando o tesão do casal e o cara pediu o telefone de nossa casa e ligou para Joana, e começaram a fuder pele o telefone. Joana começou a me chifrar pelo telefone...

Sempre tive vontade de ser corno, pois sempre presenteava Joana com roupas provocantes, que mostrassem bastante os peitos gostosos e sempre a pedia para sair sem sutiã, e ficava sempre de pau duro quando via os caras olhando com a maior cara de pau os peitos de minha mulher. Sempre íamos aos bares e ficávamos sentados, e pedia para ela se debruçar para mostrar os peitos e encarar quem tivesse olhando e por baixo da mesa ela sempre segurava meu pau e chegava ao meu ouvido e dizia: esse viu tudo e está me chamando para conversar, você acha que de ir? Será que ele quer me comer? Então eu dizia, vai ver, piranha...mas ela não ia.

Quando Joana me falou que tava fudendo com o vizinho pelo telefone e depois foi bater uma punheta para ele em nossa cama e o vizinho olhando, comecei a sentir que em breve seria um corno, pois Joana havia passado dos limites e se punhetado para outro macho. E mais ainda, trepou comigo para o vizinho ver o que ela é capaz na cama... Quando ela me falou tudo, vi a oportunidade de dividir minha mulher com outro macho. Então pedi para ela ligar para nosso vizinho e falar putarias, claro, na janela e ela com as roupinhas íntimas, o que ela fez de imediato. Meu pau já estava a mil, Joana falou e Marcos atendeu e começaram a falar putaria e ela foi para a janela, então apareci na janela e o convidei para vir até nosso apartamento. Em menos de 10 minutos ele chegou e já agarrando Joana, nos confidenciou que sempre nos olhava e que tinha realmente muita vontade de comer Joana. Daí em diante, foi uma putaria só. Joana começo a beija-lo ardentemente. Aquela cena nunca mais saiu da minha mente. Minha mulher num beijo louco na minha frente com outro macho que mal conhecíamos. Foi demais, minha pica estava estourando de tanto tesão. Joana aos poucos foi despindo Marcos, primeiramente tirou sua camisa, depois abriu o cinto de pôs a mão pó dentro da calça dele, acariciando aquela pica que em breve seria dela e a primeira a me tornar chifrudo. Joana ajoelhou em frente a ele, e abriu mais sua calça, expondo a pica de Marcos. Lentamente ela a punhetava com um dos géis que usamos para fuder...fui buscar a máquina para fotografar. Que maravilha! Joana acariciava a cabeça da pica do Marcos e depois descia até o saco, isso lentamente. Assim, permanecia apertando a base, deixando o pau dele mais intumescido, e o paquerava e sentia seu cheiro. Demais, Joana fode como poucas, sabe como fazer tudo... Até que não agüentou mais e caiu de boca, passeando a língua naquela cabeçuda. Assim começo a chupar a pica de Marcos, gulosamente, eu já estava nu também e fui me aproximando para, então começar a despi-la com a ajuda de Marcos. Primeiro, começamos baixar os sutiã que não cobria quase nada. Aí eu falei para ele, vem Marcos olha que puta eu tenho em casa, quanto tempo vc quis comê-la. Agora é toda nossa, vamos fodê-la muito. Joana estava um verdadeiro rio, a calcinha toda ensopada, pois nunca tinha dado para dois machos. Marcos ficou louco ao ver e tocar aqueles peitos que ele admirava de longe, e começou a modiscar um, e eu o outro. Chupamos muito os peitinhos de minha mulher enquanto ela chupava a pica de Marcos. Certa hora Marcos, sacana, olhou para mim e disse: ei chifrudo, olha que boquete tua mulher está pagando, quando ele terminou de falar, eu retruquei: pelo visto vc esta adorando....ele riu e disse: muito seu corno...quando ele terminou de chamar de corno, meti a pica na boca da minha mulher e gozei...nisso ele também esporrou na boca de Joana....Minha mulher, estava louca. Levantou rapidamente e puxou a calcinha pro lado deitou Marcos no chão e pulou na pica dele, e ao sentir aquela tora entrando na xana gritou, gemeu, requebrou e engoliu tudo...nisso gozou feito louca.. e olhando para mim disse: vem seu corno, come meu cu...quero muita pica hoje....Se vcs não derem conta de mim, vou procurar mais na rua...quero pica...Atendi imediatamente a Joana e enfou de um só golpe a pica na cuzinho dela. Ela nunca tinha levado um pau no cu a outro na buceta, mas parecia que já de tão gostos que estava fudendo conosco. Costume dizer, puta é puta! Ela gozou feito louco, pelo cu e pela buceta... Depois disso, deitou ao lado de novo macho dela, e pôs ospeitinhos na boca dele... Marcos não sabia o que fazer, de tão surpreso. Mas, chupou aqueles peitinhos muito até que o pau deu sinal novamente. Nisso, minha mulher começo a chupa-lo novamente, esfregando a buceta na minha cara, meu pau subiu logo também. Assim, fotografei uma cena que mais queria na vida: minha mulher no boquete e eu a fodendo. Essa foto coloquei na internet e sempre aparece nos sites de putaria e de cornos. Assim, tornei corno e nunca mais Joana deixou de dar para outros machos, eu presente ou não, mas sempre que trepava com outro me dizia, com detalhes, e assim depois que ela havia levado muita pica fora de casa, chegava a vez de levar pica em casa...Agora sou um corno feliz casado com um puta vadia.

Minha esposa chupando outro pau

Somos casados e vivemos muito feliz, estava lendo uma revista com a minha esposa e qua do chegamos nas paginas de anuncios, olhamos cada um deles e depois comentamos se realmente uma mulher, ou, um homem teria coragem de ver sua/seu parceira (o) transar com outra (o). Fizemos vários comentários e achamos que isso não seria possível devido o ciume que um sentiria do outro. Depois de mais alguns comentários, perguntamos para nós mesmos se teriamos coragem de fazer isso, a princípio a resposta foi negativa, mas continuamos a nos questionar, até que chegamos a descisão, que tudo dependeria do clima e como as coisas seriam feitas. No entanto, minha esposa falou que até poderia rolar algo com ela e outro homem, desde que eu estivesse junto e sem penetração.

Quanto a mim, não garanti nada, pois dependendo do tesão, seria capaz de fazer de tudo, ela me falou se até de chupar uma pica e dar o cuzinho, respondi que não tinha pensado nisso e que não tenho tesão por homem, que meu tesão é por ela e por mulher. Combinamos de ir a uma casa de swing para ver como é, chegamos em lugar bacana, com luzes escuras e muita gente se divertindo, porém nada de sexo, até aquele momento. Um rapaz nos apresentou a casa, fizemos amizade com alguns casais dançamos, bebemos o casa era de muito sexo, mas também de diversão, tinha vários casais que queriam se divertir com liberdade e transar entre eles sem se envolver com outras pessoas. Após o show de strip, tanto masculino como feminino, estavamos a ponto de bala, era quase duas da madruga, estavamos na casa desde as 22 horas, quando o recepcionista que nos apresentou a casa veio perguntar se estavamos gostando e tinhamos alguma fantasia a realizar, que ele poderia indicar algum casal ou uma pessoa. Falamos que estava tudo bem, estavamos amando o ambiente e que se rolasse algo, deveria ser sem penetração, tanto de minha parte como da dela. O rapaz peguntou se tinhamos alguma preferência de mulher e de homem, respondi que de minha parte não, desde que fosse algo prazeroso para todos. Minha esposa, disse que chuparia uma pica se fosse grossa e de um homem peludo, quanto ao tamanho não fazia questão mais tinha de ser grossa. Com esta conversa, nós três estavamos com tesão, eu de pau duro, o cara também e minha esposa toda eufórica, o rapaz falou para ela que ele era peludo e pediu para ela enfiar a mão dentro da sua camiseta, ela fez e na sequencia ergueu a camiseta e falou que tesão, é todo peludo. Ele falou para ela alisar o pau dele e ver se era do agrado dela, ao alisar por cima da calça falou que parecia grande, mas que não dava para saber direito, ele falou para ela tirar para fora e analisar, ela olhou para mim e perguntou se podia, respondi que sim, que se tivesse dentro das especificações dela poderia chupar. Ela não conseguiu tirar o pau do cara para fora, estava dificil, ela falou deve ser grande, ele falou calma que eu vou liberar ele, ao tirar, saiu uma pica grande, grossa e dura como ferro, ela ficou abismada, segurou na mão e falou que era maior e mais grosso que o meu. Bom, o meu é 19x6, aquele deveria ter uns 25x9, ela falou que queria chupar aquela rola. Saimos do meio do pessoal que estava muito animado e muitas pessoas trepando com seus parceiros e com vários parceiros. Ao chegarmos no local reservado ela e o rapaz começaram a se beijar, ela tirou a roupa dele, deixando-o nu, chupou seis peitos, mordiscou e eu olhando de pica dura, a essa altura ja estava nu também, ela chupou o cara todo e caiu de boca na rola dele, era tão grossa que mal cabia em sua boca, ficou chupando por muito tempo, eu estava peladão de pica dura, ela deitou o cara cas almofadas, tirou sua roupa e pediu para comer sua bunda enquanto cupava o pau do rapaz, meti muito gostoso, fiz ela gozar até que não aguentei e gozei também. Ela pediu para o rapaz ficar de pé e ficou chupando sua rola e punhetando, falei em seu ouvido, se ela quuizesse poderia sentir aquele pauzão na buceta, ela disse que não e pediu para que eu segurasse o pau do rapaz enquanto ela chupava, mei sem jeito fiz, estava quente como fogo, fiquei punhetando ele, ela subiu a chupar seu mamilos e beija-lo na boca enquanto eu punhetava, até que ela desceu e ficou chupando aquele pauzão com eu perto, o cara não aguentou mais e gozou feito louco na sua boca, ela engoliu uma parte, outra caia da sua boca, de tanta porra que saiu daquele pauzão. O rapaz beijou ela mais uma vez, se vestiu e foi para o salãoe falou que se ela mudasse de idéia e quizesse a buceta preenchida com seu pau era só falar. Perguntei se ela tinha gostado, ela disse que sim, foi diferente e o pau do cara era muito grosso mas quantoa penetrar não tinha jeito, me perguntou se eu gostei, falei que sim que tinha sido otimo. Voltamos para o salão e curtimos o resto da noite, fazendo um 69 com um casal, que foi fantástico. Essa foi nossa experiência

A PRIMEIRA GOZADA NA BOCA

quero apresentar aqui o que se passou quando permiti, pela primeira vez, uma ejaculação na minha boca, como foi e o que senti. Antes de me casar, aos 26 anos, tinha tido relacionamentos sexuais com apenas cinco homens, mas nada digno de maiores considerações. Na verdade, um deles foi tão desprezível e medíocre que prefiro nem computar nesse contexto. Enfim, à exceção de brincadeiras picantes, nunca tinha ido além do sexo tradicional.
Eu estava casada há alguns meses e, claro, já tinha uma vida sexual bastante ativa. Sempre inovávamos posições e buscávamos novas formas de gozar. Foi com meu marido que fui apresentada ao vibrador, que passou a fazer parte de muitas brincadeiras íntimas solitárias ou acompanhada. Sempre nos esbaldávamos no sexo oral, mas eu tinha um limite que era, exatamente, a hora da ejaculação. Amava masturbá-lo e chupar seu cacete, adorava vê-lo de pertinho e sentir o calor do membro entre meus lábios mas, quando ele ia gozar, eu o apontava para meus seios e assistia, com imenso prazer, seu leite escorrendo pelo meu peito.
Realmente, ver a ejaculação me dava – e ainda dá – muito tesão. Eu me sentia um pouco “dona” dele, ou daquele momento de seu prazer. Sabia que seu orgasmo estava sendo provocado por mim, o que tornava esse rápido instante muito mais gostoso. Sentir o esperma sobre meu corpo, fosse na barriga, seios, coxas ou diretamente sobre meu sexo, quase que me provocava outro orgasmo. Aliás, certa vez eu realmente gozei só ao sentir ele gozando sobre meus pés, nos quais tenho muiiiiito tesão. Quantas vezes eu me arreganhei e abri minha xaninha para sentir seu esperma me atingindo, melando minha boceta e minha bunda. Acho que ele brincava de tiro ao alvo, tendo minha vagina como objetivo. Noutras situações, ele gozava sobre meus dedos, enquanto eu me masturbava. Aquela meleca deliciosa esparramada pelos meus próprios dedos sobre meu clitóris sempre me levava ao delírio. Isso sem falar no arrepio que me dava quando meu cuzinho era lambuzado. Diversão à parte, isso era realmente um tesão (e ainda é).
Eu sabia que todo homem gosta de gozar na boca da mulher, mas ainda não sabia se seria capaz. Várias vezes ele brincou, enquanto eu chupava, que ainda iria gozar sem me avisar, mas eu sabia que ele não faria isso. Até que, um dia, decidi que tinha que avançar nos meus conceitos, ainda que lentamente. Naquela noite, no final da transa, eu pedi a ele que se deitasse e, com o pau apontando para o teto, comecei a masturbá-lo, enquanto o chupava. Seu orgasmo não tardou e eu, pensando que iria abocanhar naquela hora, não tive coragem e deixei que seu esperma caísse em sua barriga, escorrendo pelo seu pau latejante. Comecei a lamber e sentir o sabor, mas não era isso que eu tinha planejado.
Então, na noite seguinte, prometi para mim mesma que iria sair da moita. Novamente, depois de transarmos, pedi a ele que se sentasse sobre meu peito para que eu fizesse um delicioso sexo oral. Ele metia em minha boca como se estivesse metendo em mim. Eu alisava seu saco, passava a mão em sua bunda e me deliciava com seu prazer. Quando ele avisou que iria gozar, continuei chupando até que senti o primeiro jato de esperma no fundo da garganta. Um jato grosso, abundante e quente. Ao menos me pareceu quente.
Engoli imediatamente, mas os jatos que se seguiram também eram abundantes. Ele gemia e esporrava em minha boca, metendo sem parar. A viscosidade, o cheiro forte e o sabor de limão com tequila causavam uma certa rejeição, mas eu queria terminar aquilo do jeito certo. Queria ser uma mulher diferente. Queria uma forma de prazer diferente, sem rejeição ou tabu.
Deixei meus escrúpulos de lado e continuei a engolir cada golfada de esperma que vinha, sem me preocupar com a porra que escorria pelo meu queixo. Naquela hora descobri que se não engolisse rápido não iria dar conta de segurar tudo na boca. Embora nós saibamos (homens e mulheres) que não são “litros de esperma”, quando o homem ejacula na boca parece que está vindo muito mais do que normalmente sai. Estranha sensação. Ainda me recordo da primeira impressão, pois parecia que não parava de sair porra de seu pau. Era muita porra! Mais que eu conseguia engolir... mas, convenhamos, era a mesma quantidade de sempre. Enfim, era tudo ou nada. Fiquei masturbando meu marido até que ele apoiou sua cabeça na parede, entregue exausto ao orgasmo que eu havia proporcionado. Ele acusava com espasmos de arrepios a cada lambida na cabeça de seu pinto e, principalmente, quando eu colocava inteiro novamente na minha boca.
Já tinha me acostumado com o gosto e fiz uma faxina completa em seu membro ainda duro, lambendo cada gotinha de esperma que teimava sair. Brinquei de passar a cabeça nos meus lábios, como se faz com o batom, esparramando por todo o meu rosto a porra que tinha escorrido para fora. Ele olhou para baixo e, sorrindo, perguntou o que tinha dado na minha cabeça para fazer aquilo. Respondi, orgulhosa, que “- nada, apenas quis fazer algo diferente”. Fiquei lambendo até seu pau amolecer lentamente.
Depois daquela vez, passei a fazer com mais freqüência e hoje posso dizer, tranquilamente, que sou uma viciada em esperma. Adoro chupar. A-D-O-R-O-! Gosto de mamar como uma gatinha, prendendo meus lábios em sua glande enquanto minha língua desliza em volta dela, ao mesmo tempo em que o esperma jorra quente. Sugo e chupo com prazer. Até quando estou naqueles dias que não podemos transar, faço um boquete apenas para sentir meu caldinho quente na boca, sorvendo com prazer o néctar de seu orgasmo.
Sei que há mulheres que têm nojo ou que não querem experimentar, mas todas deveriam ao menos tentar, pois é uma forma de dar e ter prazer num momento a ser curtido a dois.